O Poder Da Realização Em Nós

Espero te encontrar bem! E já aviso que o texto de hoje é cheio de perguntas, reflexões e pensamentos subjetivos.

Pode ser que você termine a leitura com muito mais questionamentos do que respostas. Pode ser que você sinta dor e compreenda certos sofrimentos que não tinha percebido – ou não queria perceber – antes.

Pode ser que você tenha vontade de sair da cadeira para realizar uma porção de ações, como também pode ser que você compreenda certos medos que te impeçam de fazer isso.

Pode ser que você sinta uma inquietude tamanha, ou se sinta perdido e confuso diante de tantos sentimentos e pensamentos.

E está tudo bem! Pois se alguma dessas coisas acontecer, o objetivo aqui foi alcançado!

Tudo aquilo que você sentir depois deste texto faz parte do seu processo de consciência. Cada um de nós está em um momento nesta jornada de autoconhecimento e compreender tudo aquilo que existe internamente requer coragem e esforço sempre, mas não quero que você se sinta sem suporte e por isso, caso você precise entrar em contato comigo para que suas angústias deixem de existir, o faça! Clique aqui e me conte o que sentiu e eu te direcionarei no encontro de respostas.

Pronto? Então vamos lá!

Já começo com perguntas:

Qual é a sensação de ter realizado algo que você desejava muito?

Você já deve ter sentido em algum momento de sua vida essa sensação… e como foi?

Por mais que cada um de nós sinta as coisas de uma forma diferente, acredito que a sensação de presença sempre existe. Quando você fecha os olhos e é capaz de sentir todas as células do seu corpo e o ar que entra e enche seus pulmões te enche também de vitalidade, fazendo com que você se sinta pleno, mesmo que por alguns segundos.

A sensação é de que tudo está encaixado, exatamente no lugar e no momento em que deveria estar e que você não precisa se preocupar com nada além de viver o momento presente.

Qual foi a última vez que você sentiu isso?

Só é possível passar por isso quando estamos conectados de fato com nós mesmos, nossos desejos e vontades. Mas como fazer isso em um mundo que exige que estejamos sempre adaptados a sociedade e a vontades que nem sempre são internas?

Sim, nos adaptamos à uma vida cheia de regras, modelos e expectativas. E para que?
Todos os dias, recebo em minha sala pessoas que não se lembram mais do que gostam ou não gostam de fazer, que se perderam de seus próprios desejos para estar no meio em que vivem, com as pessoas que convivem.

Mas o preço de tudo isso pode ser o de não sentir mais. E é um preço muito alto a ser pago.

O que achamos que irá acontecer se sairmos destes modelos? Quais são nossos medos?

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Costumo sempre dizer que só seremos capazes de modificar nossa forma de ver o mundo, quando a dor da mudança for menor do que a dor da permanência. Isso significa que só mudamos pela dor, quando percebemos tudo aquilo que já perdemos.

O que dói em sua existência? Quais são as coisas que você já deixou de fazer?

Quando olhamos para nosso sofrimento, acolhemos a nós mesmos com as escolhas de nosso passado e somos capazes de nos perdoar.

O perdão é muito importante! Não somos perfeitos, erramos quando não queremos errar, e perdoar não significa apagar todos os fatos e consequências de nossos atos, mas compreender essa imperfeição que nos torna humanos.

Quando somos capazes de fazermos isso sofremos, pegamos ar e criamos força para fazer diferente. Tomamos as rédeas para construir uma história que terá um novo fim. E mesmo quando nem temos tanta certeza do que precisa ser diferente, sabemos que algo precisa ser e caminhamos sem olhar para trás.

Tudo isso, para termos a sensação de realização! De dever cumprido e pertencimento por sermos quem verdadeiramente somos.

E tenha sempre esse pensamento com você: Na busca por aceitação, a única coisa que encontramos é a reprovação. No momento em que aceitamos quem somos e assumimos isso, sentimos que pertencemos a algo maior.

E a realidade é que não buscamos aceitação e sim a sensação de pertencimento. Mas como pertencer, se não sou?

Temos que buscar antes de tudo aceitar quem somos para construirmos quem desejamos ser, no lugar e da forma que desejarmos estar.

Um super beijo
Vanessa


P.S. Estamos juntos nesta jornada, por isso, não deixe de me escrever caso você sinta necessidade disso. 🙂

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